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Encontro com Celina

Hoje, lendo meus leitores do blog, me deparei com um link da tia Paola. Ela recomendava umas tirinhas do Laerte, protagonizadas pela Celina, a gata paraplégica. São tirinhas tão tristes, parecem um domingo eterno de chuva.  Fiquei ali, imaginando como foi a vida de Celina, como seria se eu fosse paraplégico sem poder enterrar o que deve ser enterrado. As histórias são tristes. Não há grandeza ou inferioridade nisso, ser triste é igual a ser feliz, só que ao contrário. Celina em sua cadeira de rodas sumiu pelo mundo, abandonou a vida de carne, osso e fraldas para viver nas tirinhas do Laerte mais tristes que a vida, mas tão mais bonitas.

Ass.: Borges, o gato – @borgesogato

Essa é a Celina:
laerte-gata-00-594x170

Essa é a história dela, do tiro ao sumiço:

laerte-gata

 

E este sou eu, lendo-a:

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As tirinhas foram retiradas de:
http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2013/08/11/a-gata-do-laerte.htm

5 comentários em “Encontro com Celina

  1. Que triste, de cortar a alma! E imaginar que isso acontece, meu Deus, que desespero!!!!

    Chorei 🙁

  2. Por um acaso, ou não, estou lendo um livro sobre comunicação entre espécies e essa história me tocou profundamente; nem tanto pela tristeza da situação, mas por pensar que poderíamos nos comunicar com os animais em outro nível e assim considerá-los de uma forma totalmente diferente.

  3. É de chorar mesmo. A realidade é triste mas nesse caso não deixa de ter um sentimento muito bonito e verdadeiro.
    Obrigada Borginho por compartilhar.
    Adorei a frase “ser triste é igual a ser feliz, só que ao contrário”.

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