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Minha espécie em extinção

Fãs,

Minha espécie está em extinção! Não, não digo dos gatos, me refiro aos escritores. Já até estou desconfiado que eles estejam morrendo apenas para virar tema de texto meu: “Nossa, que honra, Borges escreve textos para autores que morrem, então vou morrer também!” E pluf, assim se foi o Suassuna também.  A sorte dos humanos é que seus pensadores deixam tudo escrito! E nós felinos?  Nós tivemos os maiores pensadores da história do mundo: o gatinho Mimi em 1730, a gata Mel em 1847, o gato Bigode em 1893! Porém, nenhum deles deixou nada registrado em escrita, então, só nos restou o que foi passando de miado em miado. Por isto, estou deixando aqui meu legado para a Gatidade. Deixo tudo escrito, pois assim, mesmo depois que eu morra, continuarei vivo em obra, como João Ubaldo e Suassuna, com o diferencial que eu tenho a desculpa de não ter ganhado o Nobel de Literatura por não premiarem gatos!

Ass.: Borges, o gato – @borgesogato

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Procurando o Suassuna

 

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Pensando entre livros…

 

5 comentários em “Minha espécie em extinção

  1. Quão abençoados somos! Sua produção literária é ímpar! Q bom ter nascido no século XX e ter chegado ao século XXI, pra conhecer a literatura felina! Ou morreria na ignorância … já q pouco entendo de miados! Kkk Algodonildo, seu legado vale mais q um daqueles baús de tesouro de pirata! #VivaGatidade!

  2. Será então que é esse o motivo dessas mortes em massa? Oh, céus! Vc fica super bem em meio aos livros – nasceu pra isso 😉

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