Divã do Borges 31 – A gatinha ruim de mira

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Olá, caros fãs, clientes, pacientes. Como vão? Hoje é dia de dormir? Não (na verdade é também, mas esse é meu slogan de domingo). Hoje é dia de que então? DIA DE DIVÃ! Recebo aqui tia Renata Glam e sua filha Shanna. Vamos ao caso: O CASO: Querido Borges, Estou enfrentando um dilema sério. Recentemente … Leia Mais…

Divã do Borges 29 – Abdo, o belo não adormecido

Olá, caros fãs, clientes, pacientes. Estamos aqui reunidos mais uma vez em prol da psicologia felina, esta ciência que tem revolucionado o mundo animal. Mais um divã do Borges, mais mães sem noção e mais gatinhos com suas psiquês em jogo. Vamos lá! O CASO Borginho, boa tarde! Sou a mãe de quatro filhos gatos: … Leia Mais…

Divã do Borges 28 – Vitória, a ciumosa

Vivi linda

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Caros fãs, clientes, pacientes. Já vi de tudo neste divã e sempre o que mais me surpreende são os pais. Fico imaginando que um psicólogo humano tem uma matéria prima melhor que petróleo. Os humanos são uma fonte inesgotável de problemas psicológicos. Ouço baterem na porta, chama-se Érika e traz uma felina chamada Vitória. Vamos ouvir mais esta história e buscar a origem do problema. Será novamente humano? Ou será felino?

O CASO:

Olá, ao visitar o charmoso site do Borges, me identifiquei na hora lembrando da questão da minha querida princesa Vitória.

Bem, ela foi adotada aos 2 meses quando sofria agressões na 910 sul, jogada para o alto várias vezes com a ajuda de um rastelo, a socorri imediatamente falando “poucas e boas” para o agressor sem coração.

Desde então somos amigas, companheiras bem refletem os registros fotográficos. Deus a mandou para fazer parte da minha vida alegrando ainda mais os meus dias!!!!!

Eis que, a 1 ano e meio, socorri uma gatinha mamãe de 7 filhotes, também agredida na comercial da 110 norte que teve que amputar a cauda. Dos 7 filhotes, 6 desapareceram sobrando a Mel, que teve cria de 5 filhotes e socorri pois, um senhor sem alma ameaçava demolir a escada em que ela se refugiava com seus filhotinhos indefesos.
Conclusão, fiquei com a Amanda (mãe sem cauda), Mel (com uma placa de platina no fêmur), e com sua filhotinha Pathy, (uma amorosa “casquinha de tartaruga”).
Vitória, a “rainha da casa”, se morde de ciúmes e está sendo tratada a base de florais, muita atenção e amor.
Mesmo assim, vive fazendo “fuuuuuuusssss” para a “família trapo” por mim socorrida.
Alguma sugestão para que ela não sofra tanto?
Obrigada e bom trabalho!!!!!!
Érika

 

ANALISANDO:

1 – Temos uma socorrista e quatro socorridas;

2 – Das quatro socorridas uma é ciumenta;

3 – A gatinha ciumenta já faz tratamento com florais;

4 – A mãe não menciona que tratamentos faz.

Ok, vamos partir para as soluções com os dados que temos.

 

SOLUÇÕES:

Cara Érika, vamos com calma. A primeira solução é se matricular num curso de matemática, pois tem algo errado aí nessas contas: gato que desaparece, gato que se multiplica, gato subtraído, gato elevado à potência de gato e o resultado é quatro! De onde saiu, por exemplo a Pathy casquinha de tartaruga? Bom, acredito que ela seja filha da Mel e os outros? Tia, a primeira coisa que recomendo é que você tome os florais da gatinha Vitória para conseguir recontar a história toda com mais calma.

A Vitória nesta história foi a primeira. Normal que primeiros tenham ciúmes. Não que eu tenha ciúme da minha irmã. Mas até seria normal se eu tivesse. Até seria normal se eu desse uma patadas na cara da Christie. Os primeiros são os primeiros. Então, releve o ciume dela.

O que percebo aí é que está uma desordem nessa casa. Temos que achar os territórios pra todo mundo, assim a Vitória não vai querer fazer valer seu nome sobre os outros. Percebi que sua história é geograficamente construída: uma é da 910 sul, outra da 110 norte. Faça assim: coloque placas na casa: 910 sul, 110 norte. Assim elas se identificarão historicamente com o terreno delas. Além disto, no território da Mel, coloque uma escada para ela se abrigar embaixo, afinal, se o senhor ameaçava tirá-la da escada, nada mais justo do que ela ter uma escada só para ela agora, né? Depois que todos tiverem seu espaço na casa, a Vitória vai se sentir mais respeitada e dona do seu real pedaço. Quanto ao tratamento com florais, recomendo também tratamento com sachês e petiscos, afinal, gatinha ocupada em comer não se ocupa em fazer fuuuuuz!

Obrigato pela presença.

Ass.: Dr. Borges, o gato.

PRÓXIMOOOOOO!

Vivi linda Érika e Vitória puro amor

Divã do Borges 27 – O gato do Capitão Gancho

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Olá, caros fãs, clientes, pacientes! Como vão? Recebo hoje aqui em meu consultório a dona Suellen Fortunato da Silva e seu filhote Maximilliam (MAX). Vamos ao caso: O CASO: Bom dia Dr. Borges, Bom, venho contar um pouco sobre o Maximilliam (MAX) que vive comigo desde junho do ano passado. Max é um bom gato, ele … Leia Mais…

Divã do Borges 26 – A gatinha estressadinha

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Olá, caros fãs, clientes, pacientes. Como vão? Espero que mal, afinal, se vocês estiverem bem não terei mais clientes, não é? hehehehe. Se um coveiro vive da morte, um psicólogo vive das insanidades de vocês. Vamos ao caso de hoje: O CASO Bom dia Dr. Borges, Quero que você analise minha gata Dora (de Doralice), … Leia Mais…

Divã do Borges 20 – Filho duma louca

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Olá, caros fãs, clientes, pacientes! Chegamos ao meio do ano e confesso que sou um doutor bem cansado. Dentre tantas profissões para escolher, fui logo escolher a de psicólogo. Preferia ser padeiro como outrora e viver de amassar deliciosas broas em minha mamãe. Mas, já que cá estou, cá ficarei e mais um paciente atenderei. … Leia Mais…